Como filho, nunca cheguei a saber coisas do gênero "o melhor presente que um pai gostaria de receber no Dia dos Pais". Meu pai morreu quando eu tinha cinco anos e naquela época, meados da década de 50, o Dia dos Pais era ainda muito recente, instituído no Brasil em 1953, por iniciativa de Roberto Marinho. No interior de Minas Gerais, com certeza quase ninguém sabia do evento. Prefiro, a propósito, a designação Dia do Pai, usada em Portugal e nos Estados Unidos, porque o termo pais inclui também a mãe, mas, para mal dos pecados, em muitos casos não se pode dizer que "pai só tem um".

No exercício de seu ofício - rima burocrática que ele abominaria-. o escritor é um solitário. Como grande escritor que era, João Ubaldo Ribeiro não escapou à regra. Dizer isso é repisar o óbvio, este inimigo mortal dos grandes criadores, que buscam revelar um óbvio ainda mais óbvio por trás daquilo de que se pensa que seja o que chamam por aí de realidade. Parece que estou tentando imitar o estilo de João Ubaldo, mas o fato é que a solidão é a melhor companheira do criador. Deus é testemunha. Não me encontrei com João Ubaldo em vida. Fui vê-lo morto, não eu – quem sabe? – mas ele, no salão não sei como é que chamam da Academia Brasileira de Letras. Na entrada, junto ao portão principal, a imprensa, em sua letargia de quem cobre um evento como outro qualquer. Informei-me com o porteiro sobre o lugar onde estava o escritor falecido, entrei e vi João Ubaldo Ribeiro em sua solidão afinal reconhecida pela ordem natural das coisas.

A esta altura da minha vida, depois de trabalhar durante 60 anos e de ter saúde e forças para continuar trabalhando no mínimo por mais 60, como espero, consegui chegar ao status de membro da classe média. Sempre imaginei que jamais conseguiria conquistar este troféu da ascensão social sem apelar para coisas que não fossem o esforço pessoal, o trabalho honesto e a obediência à lei e à ética. Não vou entrar em detalhes sobre os dados concretos do que, no meu caso, significa ter chegado a esse Everest social sem apelar para o alpinismo sinônimo. O teor do próprio texto deixará isso claro. Vou argumentar em cima de dois fatos reais que em certo momento me fizeram duvidar sobre se subi ou desci na escala social.

O Rio de Janeiro foi a cidade brasileira que mais recebeu grandes eventos nos últimos anos. Começando com os Jogos Mundiais Militares em 2011 (antes disto, recebendo os Jogos Pan-Americanos de 2007), refletindo sobre meio ambiente com o mundo e a ONU na Rio+20 em 2012, peregrinando com a visita do Papa Francisco ao Brasil e a Jornada Mundial da Juventude em 2013, festejando a Copa das Confederações da Fifa no mesmo ano, e sofrendo com a Seleção canarinho e sendo uma das sedes da Copa do Mundo em 2014, inclusive com o jogo final (sem o time brasileiro) no Maracanã. Pois bem, neste momento a cidade se volta para as Olimpíadas de 2016. Faltando cerca de 750 dias para o início dos Jogos, e após a nota 9,25 para a Copa do Mundo (dada pelo presidente da Fifa, Joseph Blatter), os organizadores do evento olímpico voltam suas atenções para os preparativos e obras ainda por terminar.

Qualquer pessoa, no exercício de seu ofício, precisa estar preparado para comunicar-se com facilidade através da palavra escrita, uma das mais eficazes ferramentas de comunicação, senão a mais eficaz delas. Também nos concursos, inclusive no vestibular e Enem - Exame Nacional do Ensino Médio, o estudante deve dominar o básico de técnicas de redação pois esta é parte fundamental de sua avaliação.

A vida, como o futebol, é uma caixinha de surpresas. O grande Manga, goleiro titular do Botafogo na excursão do clube ao México, sem ter o que falar diante da filha do embaixador do Brasil que recepcionava a delegação alvinegra, posicionando os pés de modo a que a bela e culta jovem pudesse ver as solas de seus pisantes de nordestino xucro, mandou a bola genial, a título de puxar assunto: "Quem diria que estes sapatos já receberam duas meias-solas?" Assunto iniciado, assunto encerrado.

Em clima de intenso e geral otimismo, o candidato a Presidência da República pelo PSC, Pastor Everaldo Pereira, iniciou oficialmente na manhã deste domingo, 6 de julho, sua campanha ao cargo. Postulante melhor posicionado nas pesquisas de opinião entre os partidos de baixo investimento e quarto colocado quando se considera todos os partidos, Pastor Everaldo fez questão de dar o primeiro passo de sua caminhada pelo país em Acari, bairro da Zona Norte do Rio onde nasceu e cresceu. À frente do Pastor Everaldo, estão: a Presidente Dilma (PT), concorrendo a reeleição (sem agenda pública neste primeiro dia da corrida eleitoral), seguida pelo ex-governador mineiro Aécio Neves (PSDB), que começou a jornada em São Paulo, capital, terra de muitas vitórias eleitorais do seu partido, e pelo ex-ministro Eduardo Campos (PSB, cuja vice é a também evangélica Marina Silva) em terceiro lugar. Eduardo e Marina começaram a campanha nas ruas do Distrito Federal, terra de muitos votos de Marina, que lá venceu a disputa de 2010 para presidente.

Líder máximo de uma das maiores denominações evangélicas do Brasil, o bispo Manoel Ferreira, Presidente nacional das Assembleias de Deus do Ministério de Madureira, uma das mais conservadoras, com milhões de seguidores, se rendeu ao esporte e fez uma carinhosa manifestação de apoio ao jogador Neymar, da Seleção Brasileira.

Os tempos são outros e, na abertura de partidas de futebol, até vemos os jogadores brasileiros – outrora tão criticados por causa da apatia no canto e na atitude cívicos – aparentemente cantando o hino. Mas, imagina um jogador da Seleção Brasileira que não queira cantar o nosso Hino Nacional, alegando origem indígena, africana, japonesa, europeia ou qualquer outro motivo – político, filosófico, humanístico e o que mais. Este cenário ainda se pode ver na Copa, não entre brasileiros, mas como mau exemplo de outros esquetes. A deselegância brasileira foi basicamente da torcida, que, dia 27/06 em Belo Horizonte, vaiou o hino chileno, em uma demonstração de incivilidade e despreparo para eventos desportivos internacionais.

A questão etária está diretamente relacionada com o nível da dor com a perda de entes queridos. Quanto mais jovem uma pessoa morre, mais sofrem aqueles de seu relacionamento. Em outras palavras, pais não foram feitos para enterrar os filhos; estes sim, os filhos, sabem que um dia vão enterrar seus pais.

Conversava numa roda de colegas (todas, meninas) e o assunto era o prazer: que nos motiva, ou bloqueia, o que excita os homens e, se existe alguma coisa que os faça desanimar do sexo. Uma disse que o marido ficava animadíssimo, mesmo com febre, ou em noites de filho doente. Outra, que ela mesma, quando muito aflita, sente a necessidade de aliviar a tensão e busca o parceiro. Alguém disse que precisa de "céu de brigadeiro", outra que sabia de alguém que se sente culpada se o filho está no cômodo ao lado. E assim foi. Facilitadores, dificultadores e impeditivos. Terrenos da vida, estradas, caminhos.

O hotel Windsor Guanabara, no Centro do Rio de Janeiro, foi palco, dia 9 de junho, de um simpósio promovido pela Associação Brasileira de Mídias Evangélicas (ABME), cujo palestrante foi o jornalista Jorge Antonio Barros, do jornal O Globo. Compareceram mais de uma centena de integrantes de órgãos da imprensa evangélica, de todo o país, e personalidades profissionais, políticas e eclesiásticas ligadas às igrejas evangélicas.

A quem conhece minimamente a realidade habitacional da população pobre do Rio, não surpreende a pesquisa recente que registra a disposição maciça dos moradores de favelas em continuar residindo nelas, repelindo uma mudança que em alguns aspectos poderia até mesmo ser tida como vantajosa para eles. Antes de entrar no mérito da questão, é sempre necessário e justo reconhecer que favela é a solução que, nascida ou não na cidade, uma expressiva parcela de seus habitantes encontrou por si mesma para o problema da moradia. Não cumprindo o preceito constitucional de garantir na prática o direito de todos à habitação digna, o estado não deixa opção aos prejudicados. Na economia informal funciona o mesmo princípio.

Em 5 perguntas para o Diretor de Comunicação e Ação Social da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), Reverendo Erni Seibert, busca-se oferecer ao leitor um resumo do que foram estes 66 anos, recentemente completados, de história e experiências da maior instituição brasileira de produção e divulgação de Bíblias. Erni atua na SBB há quase 16 anos. Ele também é pastor luterano, professor de Teologia Sistemática e coordenador de comunicação no Brasil da United Bible Societies. Entre suas especializações, além de comunicação, liderança, gestão e marketing.

Com uma área territorial apenas um pouco maior que a do estado do Rio Grande do Norte, a Croácia tem um população de cerca de 4 milhões de pessoas (o que dá em torno de 75 habitantes por Km2). Na capital, Zagreb, vivem 800 mil.

Todos os anos celebra-se o Dia do Meio Ambiente, em 5 de junho, para reforçar a lembrança de que o que fazemos contra a natureza e os ecossistemas afeta diretamente a vida de todos os seres humanos. Mas para evitar, ou, pelo menos, amenizar, as consequências destes graves problemas, tais como a falta de recursos hídricos, os desastres ambientais resultantes do efeito estufa, do aquecimento global e das mudanças climáticas, a poluição do ar e dos oceanos, enfim, a destruição da natureza, é preciso continuar agindo, todos os dias do ano, com intensidade e perseverança, e passando esta mesma motivação e este mesmo objetivo para um número cada vez maior de pessoas e organizações.

Eventos da magnitude do carnaval tornam obrigatórias medidas preventivas que minimizem os riscos para a população em geral. Como o espaço urbano onde acontece aquela que é considerada por muitos a maior festa popular do mundo, a cidade do Rio de Janeiro recebe neste período um fluxo de visitantes maior do que o habitual, oriundos de outros estados brasileiros e de todas as partes do mundo. Milhares de pessoas, por outro lado, deixam a cidade nos dias que antecedem o início oficial das festividades. Além dos desfiles das agremiações de samba, que mobilizam milhares de participantes e espectadores, os blocos de rua assumiram nos últimos anos uma dimensão que seria mesmo de se esperar, considerando as características de segmentos expressivos do povo carioca.

Se alguém pensa que uma simples canetada, apoiada em pesquisas de opinião pública, noticiário tendencioso, apoio de artistas e mídia, especialmente novelas, pode mudar o conceito de família natural, equivoca-se. Transformar esse tipo de concepção da vida, conforme criada por Deus, é bem mais complicado do que se pensa. E não é apenas uma questão religiosa ou de interpretação bíblica, é também questão de bom senso. Agora, vale destacar a importância de uma maior participação de todos os cristãos para comunicar aos defensores de mudanças da família no Brasil e no mundo que estamos prontos a defender nossos pontos de vista.

Confirmando o fato de ser o país que mais persegue cristãos, segundo os últimos relatórios anuais da ONG Portas Abertas, a Coreia do Norte prendeu um missionário australiano de 75 anos sob a acusação de ter distribuído folhetos evangelísticos. A informação foi publicada no jornal Adelaide Advertiser, daquele país. O nome do religioso perseguido pelo serviço de segurança pública de Pyongyang, a capital norte-coreana, é John Short. A prisão aconteceu num domingo, no início da segunda quinzena de fevereiro.

Um monumento aos Dez Mandamentos da Bíblia está posicionado, desde 2012, próximo ao prédio do governo estadual em Oklahoma, EUA. Agora, lemos no noticiário os planos divulgados por um grupo satanista a respeito. Eles querem espaço equivalente para divulgação de suas ideias através de outra estátua em lugar próximo à estátua judaico-cristã.