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Estatísticas atualizadas do desafio missionário indígena no Brasil

“A Igreja indígena está em franco crescimento, e isto se dá a partir das relações inter-tribais locais, atuação missionária com ênfase no discipulado e treinamento indígena e três fortes movimentos indígenas nacionais.

A presença missionária coordena mais de duas centenas de programas e projetos sociais de relevância que minimizam o sofrimento em áreas críticas, sobretudo em educação e saúde, e valorizam a sociedade indígena local”. A boa notícia vem do relatório 2010 Etnias Indígenas Brasileiras, do Departamento de Assuntos Indígenas da Associação de Missões Transculturais Brasileiras (AMTB). Mas segundo o estudo, ainda há muito o que fazer: “não há presença missionária em 95 etnias conhecidas, 27 etnias isoladas e 25 a pesquisar, totalizando 147 etnias sem presença missionária”. A pesquisa, coordenada pelo antropólogo e pastor Ronaldo Lidório, informa também que “a Igreja Indígena está presente, em diferentes níveis de representação, em 150 etnias, possuindo igreja local com liderança própria em 51 e sem liderança própria em 99. A presença missionária evangélica se encontra em 182 etnias indígenas, representando mais de 30 agências missionárias evangélicas e quase 100 diferentes denominações.

Em 165 destas etnias há programas e projetos sociais coordenados por missionários evangélicos. Destas, 92 possuem um programa social ativo, 54 possuem dois programas sociais ativos, e 19 possuem 3 ou mais programas perfazendo 257 programas e projetos com ênfase nas áreas de educação (análise linguística, registro, letramento, publicações locais e tradução), saúde (assistência básica, primeiros socorros e clínicas médicas), subsistência e sociocultural (valorização cultural, promoção da cidadania, mercado justo e inclusão social)”.

Há 16 seminários e cursos bíblicos no Brasil com ênfase no preparo indígena e três movimentos nacionais de iniciativa e coordenação indígena evangélica: o Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas (CONPLEI); a Associação de Mulheres Evangélicas Indígenas (AMEI) e a Associação Indígena de Tradudores Evangélicos (AITE). O relatório destaca “um movimento nacional com ênfase nos direitos humanos e especial combate ao infanticídio” que foi iniciado pela ATINI – VOZ PELA VIDA, e “aglutinou nos últimos anos apoio e participação de todos os segmentos evangélicos despertando o debate, expondo fatos contundentes e resultando em ações de valorização à vida e apoio a crianças em risco de infanticídio”.

Leia mais sobre o relatório Etnias Indígenas Brasileiras 2010, da AMTB.

Atualizada: Sábado, 30 Agosto 2014 11:09

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