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Evangélicos se mobilizam pelo fim do golpe em Honduras e o fortalecimento da democracia na América Latina e Caribe

"Entendemos que, mais do que restituir Zelaya à presidência, repudiar o golpe significa também lutar pela preservação e pelo fortalecimento da democracia plena e participativa na América Latina e no Caribe; Oramos para que a paz, que é fruto da justiça, seja plena, e ativamente esperamos, como declarou o profeta Amós, "...que a justiça jorre como um rio que não seca" (Amós 5:24). Em declaração conjunta, evangélicos que acreditam na missão integral da igreja cristã e integram a Rede Fale (de jovens pela Justiça), estão organizando uma campanha pela democracia plena no continente. Uma carta da Rede (direcionada para a América Latina e Caribe) em repúdio ao golpe de Estado em Honduras, que desde junho mantém o presidente Manuel Zelaya afastado de suas funções constitucionais, está sendo divulgada. A intenção é mobilizar centenas de jovens que estariam enviando estas mensagens ao presidente da Organização dos Estados Americanos (OEA). Leia a íntegra da carta:

Carta da Rede Fale em repúdio ao golpe de Estado em Honduras "Nós, cristãos participantes da Rede Fale, unindo nossa voz às dos que buscam a justiça, a defesa de direitos, a democracia plena e participativa e o desenvolvimento integral do ser humano; "Repudiamos o golpe de Estado que acontece em Honduras desde 28 de junho do corrente ano, que resultou na destituição de Manuel Zelaya, presidente eleito pelo povo hondurenho; "Denunciamos a repressão aos protestos que, das ruas de Tegucigalpa, clamam por restauração da ordem democrática naquele país; os assassinatos de manifestantes que de forma pacífica externavam sua indignação ao golpe, como o do jovem cristão Isis Murillo que foi morto pelas forças de repressão, e também a prisão de seu pai David Murillo, pastor e ativista ecológico, por protestar contra a execução do filho; "Caminhamos juntamente com os diversos movimentos sociais, sindicatos e grupos eclesiásticos da América Latina e do Caribe, na afirmação de que golpes de Estado não são opção aceitável para a resolução de conflitos e que a violência contra o povo atesta o caráter ilegítimo do novo governo imposto em Honduras; "Clamamos por justiça, pela paz e pelo direito, nos solidarizamos com o povo hondurenho e urgimos pelo estabelecimento da participação social plena, que respeite a diversidade e as diferenças, e que busque resolver conflitos por meio do diálogo e da consideração da vontade popular, em busca de justiça social; "Entendemos que, mais do que restituir Zelaya à presidência, repudiar o golpe significa também lutar pela preservação e pelo fortalecimento da democracia plena e participativa na América Latina e no Caribe; "Oramos para que a paz, que é fruto da justiça, seja plena, e ativamente esperamos, como declarou o profeta Amós, “... que a justiça jorre como um rio que não seca”. Rede Fale 04 de setembro de 2009.

Atualizada: Domingo, 20 Julho 2014 22:41