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Aborto pode levar mulher à depressão e baixa estima pessoal

Estudo divulgado pela Universidade de São Paulo (USP) reforça a ideia de que “além dos problemas políticos, religiosos e físicos, o aborto também pode afetar seriamente a saúde psíquica das mulheres”. Em pesquisa da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP com 120 mulheres que passaram por aborto, “mais da metade apresentaram algum nível de depressão e a maioria sofria de baixa a média estima pessoal”. Segundo a agência de notícias da USP, “esses resultados indicam que as equipes de saúde precisam buscar cada vez mais políticas públicas para prevenção da gravidez indesejada, levando em consideração as dificuldades ao uso de métodos contraceptivos com visão integral à mulher, ou seja, considerando todo seu contexto”, diz a enfermeira Mariana Gondim Mariutti Zeferino, autora do estudo.

Leia mais no site da USP sobre a pesquisa “Associações do abortamento com depressão, autoestima e resiliência”, que é resultado do doutorado de Mariana, orientada pela professora Antonia Regina Ferreira Furegato, da EERP.

Última atualização: Domingo, 20 Julho 2014 00:45