A celebração de um consenso como este não tem a mesma reação dos Estados Unidos quando o assunto é o direito à livre determinação do povo palestino, pois, neste caso, os norte-americanos são minoria (acompanhados de no máximo outras seis nações), mantendo a posição histórica de sua política externa nesta questão.
Outro fato comentado na mesma entrevista foi a morte (por ataque cardíaco, no sábado, 17/12) do ditador norte-coreano, Kim Jong-il, de 69 anos, que deixou seu país debaixo de profunda crise econômica, isolamento internacional e com o povo passando fome.
A principal preocupação demonstrada pelos EUA foi “que os novos dirigentes da Coreia do Norte escolham guiar sua nação para o caminho da paz, melhorando as relações com os vizinhos, especialmente com a Coreia do Sul, e respeitando os direitos do seu povo”.
Segundo nota da missão cristã Portas Abertas, especializada no tema da perseguição religiosa, “ser cristão na Coreia do Norte é se tornar um inimigo do Estado”. O país “ocupa há mais de dez anos a primeira posição no ranking de países que mais perseguem os cristãos no mundo. Estima-se que a população cristã seja por volta de 1% da população”. Outra estimativa é que existam 300.000 cristãos que escondem sua fé na Coreia do Norte. “O fato de você possuir uma Bíblia no país é suficiente para que você possa ser executado ou preso pelo resto de sua vida junto com sua família”, informa Portas Abertas, que apresenta os seguintes motivos de oração pela Coreia do Norte:
1- “Ore para que em 2012 possam acontecer mudanças políticas e econômicas dentro do país, para que possa existir mais liberdade para todos os norte-coreanos, inclusive os cristãos.”
2- “Ore pelos cristãos que estão presos em campos de concentração vivendo de forma desumana. Ore para que eles possam ser libertados o quanto antes. Ore para que eles também possam ser fortalecidos durante esse tempo em que estão presos, longe de suas famílias”.
