Em trinta dias será modificada a frase de sermão do pastor Martin Luther King Jr., dita em 1968 numa igreja batista da cidade de Atlanta, nos EUA, e inscrita no Memorial Nacional em sua homenagem, inaugurado em agosto em Washington, capital daquele país. O pastor foi um dos mais importantes ativistas pelos direitos dos negros da história. O motivo da mudança da inscrição é uma polêmica suscitada por visitantes que consideram que, fora do contexto e resumidas, como foram expostas, aquelas palavras passam uma impressão negativa de arrogância de Luther King.
A ex-senadora Marina Silva foi recebida em Berlim, Alemanha, dia 1/7, como palestrante, do Congresso do Futuro promovido pelo Partido Verde alemão. No Brasil, sua iminente saída do PV demonstra que por aqui não tem recebido o mesmo tratamento dos principais dirigentes partidários.
A Frente Parlamentar Evangélica divulgou nesta quarta-feira, 22, uma moção pública em solidariedade ao juiz da 1º Vara de Fazenda Pública de Goiânia, Jerônymo Pedro Villas Boas, que anulou o pedido de união estável de um casal homossexual e estendeu a proibição para todo o estado de Goiás. O grupo de 15 deputados que assinou a moção alega que o juiz tem o livre discernimento para poder julgar casos do tipo.
Uma descrição da vida pessoal da nova ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffman (PT-PR), feita pelo jornalista Edgar Lisboa, colunista político do Jornal do Commercio do Rio Grande do Sul, na edição de 9 de junho, inclui família e religiosidade e pode ser de interesse de alguns líderes cristãos. A análise obviamente não prioriza tais detalhes; é sobre os embates políticos de Brasília e tem o título “Dilma começa a escolher seus ministros”. Mas também faz um perfil de Gleisi, a nova gestora-mor do governo, evidenciando sua religiosidade e vida familiar.