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Grupo de acolhedores na porta de hospitais públicos

Se você é capelão hospitalar, ou faz parte de uma igreja que está localizada em área próxima de um hospital público, preste atenção nesta boa ideia.

Uma boa ideia para ajudar quem procura a saúde pública foi desenvolvida em São Paulo tempos atrás.

Lá, naquele momento, o governo estava entregando aos hospitais um grupo de 500 jovens treinados para "orientar e acolher pacientes e familiares que procuram atendimento em unidades estaduais, entre hospitais, farmácias e ambulatórios da capital, Grande São Paulo, litoral e interior".

O trabalho destes jovens era o de "prestar o primeiro atendimento, não médico, aos pacientes e familiares que chegavam às unidades de saúde estaduais, recebendo-os de forma cordial, prestando os esclarecimentos necessários, indicando setores aos quais deveriam se dirigir e colocando-se à disposição para qualquer auxílio".

Qualquer grupo pode se organizar e ajudar pessoas a conseguir atendimento em hospitais públicos

A ideia deveria ser copiada pelo Brasil inteiro, podendo ser feita não apenas por governos, mas também por organizações cristãs e/ou sociais, pois ninguém é proibido de estar na porta de um hospital para ajudar pessoas que chegam lá com uma dor e necessitam de atendimento rápido e de qualidade.

Além disso, formar e treinar grupos voluntários de acolhida e apoio na entrada de hospitais é tarefa possível para igrejas (basta querer), com ou sem a chancela da direção do hospital.

E, para ajudar no entendimento da essência da iniciativa governamental (mas também serve como forma de inspiração para outras iniciativas), o site da Secretaria de Saúde na época explicava:

"acolhimento significa "acolhida, ato ou efeito de acolher, refúgio, abrigo, agasalho, atenção, consideração".

Tecnicamente, diziam: "Este programa resulta da constatação de que a evolução técnico-científica deve ser acompanhada de um correspondente avanço na qualidade do contato humano".

E explicavam ainda: "A experiência mostra que uma infinidade de mal-entendidos e dificuldades enfrentadas pelos usuários e trabalhadores no ambiente dos serviços de saúde podem ser minimizados quando se ouve, compreende, acolhe, e considera e respeita, tanto os usuários, quanto aqueles que cuidam – atores essenciais para a humanização".

Iniciativas assim visam à humanização do atendimento de saúde e podem ser realizadas com jovens universitários treinados para atuar como jovens acolhedores ou com pessoas mais maduras.

Atualizada: Quinta, 09 Mai 2024 10:27
SOMA Notice / Nota da Soma

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