Rádios comunitárias do Grande Rio solicitam “sensibilidade” do governo para pequenos meios de comunicação

A Central de Desenvolvimento de Rádios Comunitárias do Grande Rio enviou ofícios a deputados federais e senadores com a solicitação de maior respeito por parte do governo com a comunicação comunitária. A organização pede que os parlamentares intercedam junto ao Ministério das Comunicações para que as rádios desenvolvidas nas comunidades da região metropolitana do Rio de Janeiro não sejam perseguidas e fechadas. A manifestação, se atendida, pode favorecer também rádios religiosas de abrangência menor e produzidas com poucos recursos. No texto da solicitação, a Central afirma que as “rádios estão sendo fechadas de maneira covarde e arbitrária, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e a Polícia Federal têm interpelado os radialistas de maneira absolutamente irregular, contrariando o capítulo 5° da Constituição brasileira que garante livre expressão”. A central de rádios comunitárias também encaminhou correspondência ao ministro das Comunicações, Hélio Costa, solicitando informações sobre o procedimento para a instalação, operação e legalização das rádios. As correspondências, conforme a central, foram motivados pela “absoluta falta de sensibilidade no que tange à radiodifusão comunitária”. Democratização A democratização da comunicação no país, de forma ampla, é a pauta de discussões de estudantes da área reunidos no Rio de Janeiro, dos dias 20 a 26 de julho, em função do Encontro Nacional dos Estudantes de Comunicação Social. No dia 23, os participantes do evento convidaram a sociedade a participar do Ato pela Democratização da Comunicação, na Praça XV. Um dos objetivos é aquecer o debate sobre a fusão da Brasil Telecom com a Oi Telemar. Os estudantes também discutem a concentração dos veículos de comunicação de massa nas mãos de uma pequena quantidade de grupos comerciais. Veja também + Fórum de Mídia Livre: acesso à produção contribui com rádios e TVs cristãs

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