Pesquisa sobre nascimento e óbito de crianças começa pelo Ceará

Uma pesquisa sobre as condições de nascimento, de assistência ao parto e de óbitos em crianças com menos de 1 ano está começando a ser realizada nesta terça-feira, 13/4 pelo Ministério da Saúde. Coordenada pela Fundação Osvaldo Cruz, a pesquisa, que será realizada em 75 municípios das regiões Norte, Nordeste e no Vale do Jequitinhonha em Minas Gerais, começa pelo Ceará. O objetivo é conhecer melhor a ocorrência dos óbitos, na busca de reduzir a mortalidade infantil, através das estratégias de qualificação da assistência pré-natal, ao parto e ao recém-nascido, educação na saúde, gestão do trabalho e da informação, vigilância do óbito infantil e neonatal.

Como metodologia, os pesquisadores farão aplicação de questionários com mães que perderam os filhos e com mães de filhos sobreviventes, no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2008. E vão visitar as maternidades e ouvir os diretores e ainda as secretarias municipais de saúde sobre a estrutura e os processos de assistência ao parto. O Ministério reconhece avanços alcançados na redução da mortalidade infantil no Brasil nos últimos anos.

No Ceará, por exemplo, em 2007, a taxa foi de 16,2 por mil nascidos vivos. Em 2008, caiu para 15,8, em 2009 para 15,4, e para 2010 a previsão é de 14,7. Apesar dos avanços na redução da mortalidade infantil, as autoridades observam que as taxas do Norte e Nordeste são superiores à média nacional. Cerca de 70% dos óbitos infantis ocorrem na fase neonatal, sendo que 80% são registrados na primeira semana de vida. O Ministério da Saúde quer derrubar os índices para corresponder ao compromisso assumido pelo Brasil com os “Objetivos do Milênio”.

A partir da conclusão da pesquisa, já no dia 2 de maio, o plano do Governo Federal é intensificar as ações na esfera da organização dos serviços de saúde.

Fonte: Secretaria Estadual de Saúde do Ceará

Atualizada: Quarta, 18 Agosto 2010 17:34

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