Eliminação da pobreza e da miséria no mundo

O imperativo ético de erradicar a pobreza no mundo deve ser assumido também pelas igrejas cristãs brasileiras, com ação e oração no combate a "exclusão social, negação dos direitos humanos, falta de acesso à educação e cuidados médicos, nutrição inadequada, água e saneamento de baixa qualidade e incapacidade de mobilização social, econômica e política".

Esta é uma das conclusões que pode-se tirar da leitura das declarações feitas por representantes da Organização das Nações Unidas (ONU), em entrevista coletiva dia 17/10, por ocasião do Dia Internacional para a Eliminação da Pobreza. Segundo eles, "apesar dos progressos consideráveis, nos encontramos ainda longe da meta de erradicar a pobreza global".

Os diretores apresentaram desafios que podem ser assumidos também por igrejas. A ONU fala da importância de envolver as pessoas que vivem em situação de miséria na própria estratégia de redução da pobreza estrutural.

O tema do ano é "Pessoas vivendo na Pobreza como agentes de transformação" e o seu foco geográfico do problema é Ásia e África. Uma militante de Bangkok, Tailândia, afirmou que "a única forma de sobrepujar a pobreza extrema é permitir que os que vivem nela se expressem".

Ela falou da sua experiência com famílias e crianças pobres no seu país. "As pessoas que vivem na miséria tem algo muito importante a nos dizer e muito a contribuir com a sociedade em geral", acrescentou.

Os líderes da ONU também mencionaram que a luta contra a pobreza e a miséria é a conscientização das pessoas mais pobres sobre a necessidade "da luta por dignidade" e afirmaram que cabe à entidade oferecer instrumentos para amplificar suas vozes. Foi dito que deve haver atenção especial durante a elaboração de listas de objetivos para que eles realmente estejam ligados ao que as pessoas realmente necessitam.

Atualizada: Quarta, 26 Novembro 2014 08:52

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