Presos um alvo a ser alcançado

Com 300 mil pessoas a população carcerária do Brasil é um grande alvo para a igreja atual, porém a contínua degradação do sistema prisional brasileiro dificulta o trabalho dos missionários que atuam dentro das penitenciárias. O cenário encontrado pelos pastores é melhor compreendido através de alguns dados publicados pela revista “Veja” no final de 2003. Segundo a publicação, hoje há um déficit prisional de 100 mil pessoas, no qual as celas têm, em média, 36% de detentos acima da capacidade. Essa superlotação é resultado do aumento de 81,7% do número de presos desde 1995. O custo mensal de um detento para o Estado é hoje de R$ 700,00, e apesar da existência do problema de lotação excessiva das instalações prisionais apenas 8% dos prisioneiros cumprem penas alternativas. Segundo os dados da revista, as pessoas que os missionários encontram nas penitenciárias têm o seguinte perfil: 95% são do sexo masculino, 70% têm menos de 30 anos, 65% são negros e mulatos, 95% são pobres ou muito pobres, 65% não completaram o primeiro grau e 12% são analfabetos. No entanto, as dificuldades encontradas por um evangelizador dentro de uma prisão não param por aí. Afirmações como as do ex-governador Marcello Alencar, de que deveria ser proibida a presença de pastores em presídios para evitar tráfico de informações, apenas só criam mais bareiras para o evangelho. Outro problema que a igreja tem que enfrentar agora é uma espécie de disputa religiosa dentro dos presídios. Segundo agentes católicos, sua atuação nas instituições prisionais está sendo dificultada por funcionários e diretores evangélicos, publicou o “Jornal do Brasil” em outubro de 2003. Entretanto, nenhum desses obstáculos pode impedir que a obra do Senhor seja realizada. A Assembléia de Deus é um exemplo de que, com trabalho sério, resultados concretos são obtidos. O pastor Gilvane Machado, assessor de imprensa da denominação, afirma que há cerca de 20 mil evangelizadores atuando no Brasil e “de cada dez presos três se convertem”.

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