Detentas grávidas e com filhos pequenos devem ter garantidos direitos a pré-natal e creches

Um olho na Bíblia e o outro na legislação para defender os direitos dos presos. Essa é uma boa postura a ser adotada pelas capelanias presidiárias de todo o país. Assim, vale anotar que "um projeto de lei para humanizar o tratamento a detentas grávidas e com filhos pequenos foi sancionado dia 28/5 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O projeto altera a Lei de Execuções Penais e assegura acompanhamento médico à detenta, principalmente no pré-natal e no pós-parto, e também ao recém-nascido". "Prevê ainda que os estabelecimentos penais destinados a mulheres tenham creches para crianças maiores de 6 meses e menores de 7 anos e berçários onde as presas possam cuidar dos filhos e amamentá-los, no mínimo, até os seis meses de idade."

"A deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), disse ter conversado com o presidente Lula sobre a real possibilidade de aplicação da lei, que requer investimentos e adequação de infraestrutura nas unidades prisionais, e afirmou ter tido a garantia de que o governo dará encaminhamento para o cumprimento da lei. “Estaremos vigilantes para que o projeto seja cumprido”, afirmou." "O projeto é de autoria da deputada Fátima Pelaes (PMDB-AP) que nasceu em um presídio e conviveu com essa realidade até os 2 anos. “Falo sempre que toda mulher tem o direito de ser mãe e o filho à convivência, o afeto. Isso faz a diferença na vida dos dois”, disse Fátima."

 

Fonte: Agência Brasil - matéria de Yara Aquino, editada por Lílian Beraldo.

Atualizada: Domingo, 07 Novembro 2010 16:43

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