passaporte para fluencia em ingles banner

Cristianismo, comunicação e cultura. Artes e entretenimento, Mídia e Indústria editorial.

As Mãos de João Ubaldo

No exercício de seu ofício - rima burocrática que ele abominaria-. o escritor é um solitário. Como grande escritor que era, João Ubaldo Ribeiro não escapou à regra. Dizer isso é repisar o óbvio, este inimigo mortal dos grandes criadores, que buscam revelar um óbvio ainda mais óbvio por trás daquilo de que se pensa que seja o que chamam por aí de realidade.

Parece que estou tentando imitar o estilo de João Ubaldo, mas o fato é que a solidão é a melhor companheira do criador. Deus é testemunha. Não me encontrei com João Ubaldo em vida. Fui vê-lo morto, não eu – quem sabe? – mas ele, no salão não sei como é que chamam da Academia Brasileira de Letras. Na entrada, junto ao portão principal, a imprensa, em sua letargia de quem cobre um evento como outro qualquer. Informei-me com o porteiro sobre o lugar onde estava o escritor falecido, entrei e vi João Ubaldo Ribeiro em sua solidão afinal reconhecida pela ordem natural das coisas.

Esteticamente, achei bonito o fardão que imortaliza um escritor do calibre de um João Ubaldo Ribeiro e de um Guimarães Rosa – maior do que João Ubaldo – mas que imortaliza também um José Sarney, pior do que ambos e do que os piores dentre os piores. As rosas vermelhas são as rosas vermelhas são as rosas vermelhas são a rosas vermelhas. Achei o rosto dele gordo – mas a morte não pede elegância, mas substância. A morte não faz perguntas. Apenas age.

Para finalizar, o que mais me impressionou foram as mãos crispadas de João Ubaldo. Seu rosto estava sereno. Seu fardão estava bonito. As rosas vermelhas compunham bem o cenário. A solidão, com certeza, não lhe fazia mal – ao contrário. Suas mãos crispadas, no entanto, eram a expressão de um desejo dirigido a ele próprio, a Deus ou às misteriosas forças da criação.

Por que não posso continuar criando, se a única coisa que, no final, além das pessoas a quem amei e que me amaram na v ida, foi a única razão de minha existência neste mundo de mesmices e de obviedades louvadas como a descoberta definitiva do sentido da vida e da morte?

E que no, final, eram apenas o mesmo do mesmo do mesmo do mesmo do mesmo do mesmo do mesmo. Sem solidão alguma.

  • Atualizada: Sexta, 19 Setembro 2014 15:33

Dicas de redação para estudantes e profissionais

Qualquer pessoa, no exercício de seu ofício, precisa estar preparado para comunicar-se com facilidade através da palavra escrita, importante ferramenta de comunicação. Também nos concursos, inclusive no vestibular e Enem - Exame Nacional do Ensino Médio, o estudante deve dominar o básico de técnicas de redação pois esta é parte fundamental de sua avaliação.

Saber como estudar para o Enem, concurso ou vestibular qualquer, inclui preparar-se para conseguir fazer uma boa redação. Percebe-se, no entanto, que o manuseio da palavra escrita por parte de alguns acaba deixando muito a desejar. Assim como há pessoas sem o dom da palavra verbalizada – ou, no mínimo, com dificuldades de falar em público -, há também aquelas que sentem uma enorme dificuldade em se expressar por escrito, embora tenham que fazê-lo ou, numa hipótese mais preocupante, se achem aptas para fazê-lo em alto nível. Tal erro de autoavaliação costuma custar caro, pois, ao contrário do papel, que aceita tudo, o leitor com um mínimo de senso crítico acaba rejeitando tudo e abandonando a leitura, caso possa fazê-lo sem prejuízo pessoal. Por tudo isso, a procura por um curso de redação deveria ser um item importante da lista e do planejamento de estudantes e profissionais que pretendem ser bem-sucedidos na busca de seus objetivos.

Em diversos grupos de profissionais (e em turmas de estudantes) encontramos, é verdade, alguns bons escritores. Não é preciso, porém, chegar ao ponto de exigir refinamento literário de um deles. A exigência indispensável é apenas a de que se expressem com clareza, concisão e objetividade, a trindade divina do bom texto, evitando erros primários que acabem por levar os leitores a um juízo negativo.

Quem, por força do ofício ou por qualquer outro motivo, tem acesso aos originais de uma boa parcela de "redatores" em seu local de trabalho ou num concurso, depara-se inevitavelmente com alguns erros que, com um pouco de atenção, poderiam ser evitados sem muito esforço. Normas gramaticais exigem que, no mínimo, quem procura se comunicar por escrito procure fazê-lo sem dificultar a tarefa de seus leitores. Erros de concordância e regência, por exemplo, são muito frequentes.

Outro problema que deveria ser evitado é o uso excessivo do ponto e vírgula nos textos. Os manuais de redação dos melhores veículos de imprensa praticamente baniram esta forma de pontuação. Não que não se possa recorrer a ele em um ou outro momento, mas não proporciona maior clareza ao texto do que o ponto ou a vírgula podem proporcionar. Nessa mesma linha, apelar para o "etc" quando já não se tem o que dizer acaba deixando transparecer isso mesmo - que não se tem nada mais a dizer, mas, ainda assim, se diz que tem – deixando ao leitor a tarefa de saber o que venha a ser.

Outro problema é a pobreza vocabular. Não se trata, evidentemente, de apelar para o beletrismo, usando certas palavras ou expressões, em geral anacrônicas ou deslocadas na argumentação, pelo simples fato de serem "bonitas" ou atribuírem um certo ar de "erudição" ao texto. Ter um vocabulário rico é importante não porque com isso se poderá exibir conhecimento, mas porque quando a necessidade se apresentar, o termo apropriado estará à disposição.

Para ajudar no seu curso de redação

Não é o caso, aqui, de tentar ensinar alguém a escrever bem. O objetivo é muito mais modesto. As sugestões que se seguem são básicas e têm por finalidade fazer com que qualquer profissional ou estudante com dificuldades de se expressar por escrito consiga superá-las e realizar bem o seu trabalho também nesse aspecto.

1) Leia muito e sempre os melhores. O bom escritor é necessariamente um ótimo leitor. Precisa sê-lo, porque o bom escritor é também aquele que escreve como quem lê.

2) Seja econômico. Não diga com dez palavras aquilo que você pode dizer com duas. Frase importante: "Escrever é cortar palavras" (At. Carlos Drummond de Andrade).

3) Procure simplificar. Evite a tentação de usar uma linguagem empolada, buscando atrair atenção para si. O bom escritor é aquele que deixa o texto falar com naturalidade. Paul Valèry (poeta francês): "Entre duas palavras, escolha a mais simples. Entre duas palavras simples, escolha a mais curta".

4) Respeite o leitor. Não diga nada que o leitor não possa inferir por si mesmo a partir do sentido do texto. Não preencha as entrelinhas com informações desnecessárias. Nenhum leitor gosta que se duvide de sua inteligência.

5) Ouça o texto. Por mais formal que seja o texto, ele precisa ter um ritmo, uma fluência e um som. Há palavras que não se encadeiam bem com outras, produzindo cacofonia.

6) Use o gerúndio. Evite o gerundismo, mas use o gerúndio. É uma variação estilística que enriquece o texto.

7) Evite repetições. Sem perceber, acabamos insistindo muito com certos termos. Use sinônimos adequados.

8) Varie no estilo. Evite cansar o leitor com um estilo monocórdio e pouco atraente.

9) Descanse o texto. Se possível, depois de escrever deixe o texto de lado por alguns dias e então faça uma releitura. É uma boa forma de capturar erros ariscos e de pensar se é aquilo mesmo que se quer dizer.

10) Perceba o que está dizendo. Nem sempre pomos no papel aquilo que realmente queremos dizer. Passe um pente fino no texto.

O primeiro dever do escritor é para com o leitor

O escritor só existe porque existe o leitor. Aplica-se, nesse caso, o princípio do empirista George Berkeley no sentido de que ser é ser percebido. Sem o leitor, o escritor permanece como uma abstração que jamais assume forma concreta. Assim, o escritor deve se valer de todos os meios possíveis para conquistar e reter o leitor. É o que fazem os grandes romancistas, quando plantam na primeira frase de um livro de mil páginas uma informação sobre um mistério cujo desvendamento prenderá o leitor até à última página.

Quem escreve deve ter a preocupação de escrever para ser lido – se não com prazer, ao menos sem choro e ranger de dentes. Não se deve pensar que o assunto – seja ele qual for – justifica ou salva um texto mal escrito. Na vida profissional ou em sala de aula, na redação do Enem ou de qualquer concurso vestibular, independentemente do tema em pauta, o texto através do qual ele é desenvolvido precisa ser bem escrito. Boas intenções ou títulos acadêmicos – por numerosos que sejam – não são suficientes para blindar uma comunicação escrita que peca pela forma e que, por isso mesmo, acaba também prejudicando o conteúdo.

* Macéias Nunes é jornalista e um veterano aprendiz de escritor

 

 

  • Atualizada: Sexta, 23 Outubro 2015 19:34

Associação Brasileira de Mídias Evangélicas realiza simpósio de olho em mais visibilidade para o segmento

O hotel Windsor Guanabara, no Centro do Rio de Janeiro, foi palco, dia 9 de junho, de um simpósio promovido pela Associação Brasileira de Mídias Evangélicas (ABME), cujo palestrante foi o jornalista Jorge Antonio Barros, do jornal O Globo.

Compareceram mais de uma centena de integrantes de órgãos da imprensa evangélica, de todo o país, e personalidades profissionais, políticas e eclesiásticas ligadas às igrejas evangélicas.

Gravadoras e outros grupos evangélicos de comunicação estavam representados no evento em que, dos apoiadores políticos, apenas o deputado federal Arolde de Oliveira (PSD-RJ) compareceu.

Ainda é o primeiro evento de outros que a ABME pretende realizar, conforme seu presidente, Orli Rodrigues. O encontro esteve mais para um ensaio de futuros eventos, nos quais a entidade terá de mostrar mais objetividade na busca de seus ideais. No encerramento do simpósio, Rodrigues conduziu pessoalmente várias citações e homenagens a amigos, parceiros e apoiadores da entidade. No futuro, terá de encostar alguns à parede e cobrar posições e ações mais concretas em defesa dos interesses do setor, ainda tratado apenas como imprensa alternativa.

Palestra do jornalista Jorge Antonio Barros

Membro da Igreja Missionária Evangélica Maranata, no Rio, e jornalista há mais de 30 anos, Jorge Antonio Barros já atuou em alguns dos veículos de comunicação mais destacados do Brasil, estando hoje na coluna de Ancelmo Góis, em O Globo, como editor de mídias sociais, e já faturou dois prêmios Esso. Jorge Barros falou de sua conversão, em 1974, quando a Cruzada Billy Graham veio ao Brasil, e falou também da carreira profissional. Começou no Jornal do Brasil, como estagiário, onde produziu uma reportagem de capa que o marcou. A matéria denunciava as agressões que policiais e agentes prisionais infligiam a detentos do sistema penal fluminense.

O jornalista, que ingressou no jornalismo para influir no modus vivendi da sociedade, encara a profissão com o sentido de missão. Para Barros, um jornalista cristão deve prezar a verdade mais até do que outros profissionais, mesmo quando limitado pelas "verdades de suas instituições", primando pelo jornalismo investigativo como modo de "servir o público e não a interesses privados".

Evangelizar e informar são as funções da mídia evangélica, segundo Barros. O objetivo da imprensa evangélica é alcançar o "melhor do jornalismo" na busca por uma sociedade mais justa. Não é substituir a Justiça ou o Ministério Público, mas contribuir com o restabelecimento da verdade dos fatos "para restaurar a credibilidade da Igreja nos setores que hoje estão bastante céticos", a despeito de a Igreja ter crescido no Brasil, "de forma desorganizada e, muitas vezes, eticamente questionável".

Segundo Jorge Barros, além de profissionalizar e equipar a comunicação evangélica com mais preparo, é preciso deixar de lado a linguagem fechada dos evangélicos e que a produção dos textos comunique de modo a que setores de fora das igrejas entendam e acompanhem as matérias publicadas.

Destaques do evento da ABME no Rio

O simpósio reuniu personalidades denominacionais, como o diretor executivo da Convenção Batista Brasileira, pastor Sócrates Oliveira, e o reverendo Guilhermino Cunha, da Igreja Presbiteriana do Brasil, que com a jubilação nos quadros da IPB, aproveitou para apresentar o Instituto Reverendo Guilhermino Cunha, para a promoção da evangelização, educação, ação social e cultura. O reverendo Marcos Batista, coordenador de desenvolvimento institucional da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) conduziu o momento devocional. O louvor ficou a cargo de cantores da gravadora Águia Mix, Natália Mesquita e Rafael Vaz, e também de Gabriela Asafe.
Pontificando no encontro, o presidente de honra da ABME, reverendo Izaías de Souza Maciel, foi lembrado como homem de fé e empreendedor. O diretor do Jornal Nosso Tempo e presidente da ABME, Orli Rodrigues, apresentou os demais integrantes da diretoria: vice-presidente, Gilton Medeiros; tesoureiro, Paulo Ricardo; diretor executivo, Sandro Genaro. Rodrigues aposta que, no futuro, a associação alcançará a "firmeza financeira para investir em contratações, qualificação, circulação".

Trajetória e objetivos da ABME

A associação foi criada em 2013 para fomentar o desenvolvimento dos associados, aumentar a visibilidade dos evangélicos no país e gerar recursos financeiros para os órgãos componentes por meio de parcerias com governos e agências de propaganda e marketing. Embora recente, a organização tem à frente uma pauta que tanto a desafia a convencer os anunciantes de que vale a pena investir, quanto a brigar por verbas publicitárias do setor público e das grandes empresas. Certamente, terá caminhos a percorrer até ver cada veículo associado revendo condutas acanhadas e viciosas.
Os meios hoje alternativos terão de superar o improviso e provincianismo que impedem os sonhos do profissionalismo e da seriedade empresarial. Em geral, essas empresas são suseranas dos baronatos do feudalismo religioso, ainda presente no meio evangélico. E, para isto, será necessário mediar os diversos interesses dos associados, treinar seu staff na administração de negócios, investir em planejamento e na tecnologia, contratar profissionais de gabarito e habilitar suportes à altura de seus sonhos, além de negociar, em condições mais favoráveis, a distribuição ou emissão dos conteúdos.

Mas, sem sair da sombra dos senhores feudais da comunicação evangélica, as empresas de comunicação do setor não podem almejar um dia ter assento entre os grupos que influem nas relações das instituições com o público. A maioridade do setor acontecerá à proporção de seu distanciamento político-administrativo da tutela dos "barões" da fé.

A jovem ABME pode conter a semente de uma nova mentalidade, mas vai depender principalmente da força de suas ideias e realizações independentes. Seus associados devem ser confrontados com os desafios, pois só assim poderão responder se estão dispostos a reverter o atual quadro de dependência. A entidade, que reúne órgãos de comunicação impressa, eletrônica e digital e comunicadores em geral (são 20 jornais, que totalizam mais de 1 milhão de leitores por mês, 22 rádios, páginas e blogs na internet, entre outros), deve enxergar como, quando e se poderá evoluir. (Por Luciano Vergara)

  • Atualizada: Sexta, 19 Setembro 2014 15:40

15 reflexões para quem quer montar uma livraria evangélica

1) Vou usar a palavra "mercado" (para expressar minha decisão de focar como prioritário o objetivo do lucro pelo lucro) ou vou evitá-la para demonstrar que busco, como motivação principal, realizar uma atividade auto-sustentável, para a empresa e para minha família, mas priorizando influenciar pessoas com bons textos e boas ilustrações com uma visão cristã da vida e do mundo?

  • Atualizada: Segunda, 31 Julho 2017 12:21

Centenário de Vinicius de Moraes: no início, poesia religiosa

Uma curiosidade a respeito do grande poeta e compositor brasileiro Vinicius de Moraes, que, neste 19 de outubro, estaria completando 100 anos, é que seu começo como poeta se deu com temática religiosa. Vinicius veio de família cristã católica e estudou em escola de padres (o colégio Santo Inácio, no Rio de Janeiro) onde recebeu rígida educação religiosa.

  • Atualizada: Domingo, 29 Novembro -0001 20:53

Revista que promove o autor brasileiro entra no segundo ano na maior feira de livros do mundo

No estande do Brasil da Feira do Livro que acontece este mês de outubro em Frankfurt, na Alemanha, uma festa celebra o quinto número da Revista Machado de Assis (RMA), que foi criada para divulgar o trabalho de autores brasileiros em outros países. A seguir o link para download da íntegra da nova edição.

Aqui a edição número 5 que celebra o primeiro aniversário da Revista Machado de Assis.

  • Atualizada: Quinta, 10 Outubro 2013 14:47

Livros gratuitos sobre Direito e História do Brasil

A Editora FGV, da Fundação Getúlio Vargas, mantém uma seção em sua loja virtual para download de livros gratuitos. Entre os principais temas oferecidos, História do Brasil e Direito. A partir da segunda semana de outubro, novos títulos entrarão na lista.

  • Atualizada: Domingo, 29 Novembro -0001 20:53

Bienal do Livro Rio 2013 dedica espaço à criança e ao adolescente

bienal-livro-2013-w1A XVI Bienal do Livro Rio reservou uma enorme área de 500 metros quadrados para uma nova atividade dedicada aos pequenos leitores, por meio da qual prestará uma homenagem lúdica ao Ziraldo, autor que, presente a cada edição, se tornou parte indissociável do evento. No Planeta Ziraldo, seus muitos personagens inesquecíveis, como Menino Maluquinho e Pererê, ganharão vida por meio da curadoria e cenografia de Daniela Thomas e Felipe Tassara.

Adolescentes

Também haverá no Riocentro durante os dias 29 de agosto a 8 de setembro um território exclusivo para o adolescente – aquele com fôlego para atravessar milhares de páginas de histórias complexas envolvendo mundos fantásticos, árvores genealógicas intrincadas e superpoderes. Para esse público, que na última década se firmou como grande leitor, foi criado o #acampamento na bienal, onde, sob o comando do historiador e doutor em educação João Alegria (que esteve à frente da Floresta de Livros, em 2009, e da Maré de Livros, em 2011), o visitante terá a oportunidade de encontrar seu ídolo literário em bate-papos animados. Os temas serão pautados pela tecnologia e a cultura de convergência (o livro que vira filme, que vira game, que vira site, que vira livro), mostrando que a narrativa faz parte do dia a dia de todos.

 

  • Atualizada: Segunda, 19 Agosto 2013 09:54

Dia Internacional do Jazz

Pela primeira vez, a data de 30 de abril é dedicada ao estilo musical Jazz. A iniciativa é da Unesco, órgão das Nações Unidas (ONU) para a Educação, a Ciência e a Cultura. Na mensagem oficial com as explicações sobre os motivos da celebração, a diretora-geral da UNESCO, Irina Bokova, sublinhou que o jazz foi e continua a ser “uma força que promove transformação social positiva”. Disse ela: “Por ter as suas raízes na escravatura, esta música fez crescer uma voz apaixonada contra todas as formas de opressão. Fala a linguagem da liberdade que é compreendida por todas as culturas. São também estes os objetivos que guiam a UNESCO nos seus esforços de construir pontes dialogantes entre todas as culturas e sociedades”.

O jazz nasceu nos Estados Unidos. Originalmente, foi uma das expressões musicais praticadas pela comunidade afro-americana no século XIX.

  • Atualizada: Segunda, 30 Abril 2012 10:25

Cresce a importância de eventos do livro

Feira-Livro-Brasilia-w1Circulou em vários jornais e revistas, impressos e digitais, nas últimas semanas, a matéria da Agência Brasil, agência de notícias do governo federal, sobre o crescimento das feiras de livros no Brasil. Com o título, "Eventos literários ganham espaço na agenda cultural do brasileiro", e tendo como fontes alguns dos maiores especialistas do ramo, entrevistados pelo repórter Alex Rodrigues, a matéria traz um resumo dos motivos deste crescimento e dá algumas datas importantes que os amantes do livro devem guardar na agenda.

  • Atualizada: Sábado, 21 Abril 2012 17:17
Assinar este feed RSS

pergunta biblica estudo capa a capa w500